Cada habitante Farense produz em média por dia
4 Kg de lixo o que totaliza aproximadamente 223 toneladas de lixo por dia
(maioritáriamente papel, plástico e vidro) colocadas em contentores e que têm de ser
retiradas por carros próprios da cidade. (O sistema de recolha de lixos seleccionados é
ainda muito precário e muito pouco abrangedor), para além da população estar muito
pouco sensibilizada para com este processo de recolha de lixos.
Todos os esgotos são lançados sem o mínimo
tratamento na Ria Formosa e não muito longe destes locais existem os viveiros de
bivalves.
A Praia de Faro, corre o risco de desaparecer
devido ao "estreitamento" da língua de areia e à destruição das dunas por
casas.
Faro é ainda uma das cidades portuguesas com menor
número de espaços verdes por habitante e os grandes "pulmões" da cidade são
a pequena Alameda João de Deus e a minúscula Mata do Liceu. O Bairro da Penha e o de
Alto Rodes são os mais afectados, onde os espaços verdes simplesmente não existem ou
existem em reduzidíssimas proporções.
A água do concelho tem uma concentração de
nitratos acima do máximo aceite por lei e como se isto não bastasse, os lençois de
água estão a esgotar-se (felizmente agora a água vem de barragem) e prevê-se que daqui
a 16 anos sensívelmente (ano 2015) a falta de água neste concelho (como por todo o
Algarve e Andaluzia) venha a ser um grave problema. (com ou sem barragens)