
| Topolotia de Barramento | Topologia em Malha | Topologia em Anel | Topologia em Estrela | Transceptor |
| MAU | MSAU | CRC | Jitter | X.25 |
| X.400 | X.500 |
Topologia de Barramento:
esta topologia conecta cada computador ou estação a um único cabo. Em cada
extremidade do cabo fica um resistor de terminação ou terminador. Uma
transmissão é passada adiante e de volta ao longo do cabo, pelas estações e
entre os dois terminadores, levando a mensagem de uma extremidade à outra da
rede. Conforme a mensagem passa em cada estação, esta verifica seu endereço
de destino. Se o endereço na mensagem combina com o endereço da estação, a
estação recebe a mensagem. Se os endereços não combinam, o barramento leva a
mensagem para a próxima estação e assim por diante.![]()
Topologia em Malha:
sendo comum nas WANs, uma rede em malha conecta locais remotos através de vínculos
de telecomunicações. As malhas utilizam roteadores para buscar entre os
caminhos ativos múltiplos (a malha) e determinam o melhor caminho para aquele
momento em particular.![]()
Topologia em Anel:
dispõe os computadores em um círculo lógico. Não existem extremidades
terminadas. Os dados viajam através de cada computador que atua como um
repetidor para regenerar o sinal e enviá-lo. Devido ao sinal passat através de
cada computador, a falha em um computador pode fazer com que toda a rede seja
desativada. O anel pode incorporar recursos que desconectam computadores com
falha, de maneira que a rede continuará a funcionar, a despeito da falha.![]()
Topologia em Estrela:
cada computador está conectado por segmentos de cabo a um componente
centralizado chamado hub. Os sinais transmitidos por um computador na estrela,
passam através do hub a todos os computadores da rede. Esta topologia se
originou nos primórdios da computação, com terminais conectados a um
computadore de grande porte centralizado. A estrela oferece recursos
centralizados e gerenciamento. Entretanto, devido a cada computador estar
conectado a um ponto central, esta topologia requer muito mais cabos em uma
instalação grande e, se o ponto central falhar, toda a rede é desativada.![]()
Transceptor: dispositivo
que conecta um computador à rede. O termo é derivado de transmissor/recptor,
portanto um transceptor é um dispositivo que recebe e transmite sinais. Ele faz
a comutação do fluxo de dados paralelo, utilizado no barramento do computador,
par aum fluxo de dados serial, utilizado nos cabos que conectam os computadores.![]()
MAU ou MSAU
(Unidade de Acesso a Multiestações): nome de um concentrador de instalação
de Token Ring. Também conhecido como hub.![]()
CRC (Cyclical Redundancy Check,
ou, Verificação de Redundância Cíclica): a verificação de redundância cíclica
é um número criado por um cálculo matemático na fonte de um pacote. Quando o
pacote chega a seu destino, o cálculo é refeito. Se os resultados forem os
mesmo, isto indica que os dados no pacote permaneceram estáveis. Se o cálculo
no destino difere do cálculo na fonte, siginifica que os dados mudaram durante
a transmissão. Neste caso, a rotina CRC sinaliza o computador fonte para
retransmitir os dados.![]()
Jitter (Vibração de Fase):
instabilidade na forma de onda ao longo do tempo, que poderia ser causado por
interferência de sinal ou um anel desequilibrado em ambientes FDDI ou Token
Ring.![]()
X.25: recomendação publicada
pelo CCITT que define a conexão entre um terminal e uma rede comutada por
pacotes. A rede comutdora de pacotes faz o roteamento dos pacotes, cujo conteúdo
e formato são padrões controlados, como aqueles definidos na recomendação
X.25. Incorpora três definições: a conexão elétrica entre o terminal e a
rede, a transmissão ou acesso a vínculos por protocolo e a implementação de
circuitos virtuais entre os usuários dar ede. Consideradas em connunto, estas
definições especificam uma conexão síncrona duplex de terminal para rede. Os
pacotes transmitidos nesta rede podem conter dados ou comandos de controle. O
formato do pacote, ontrole de erros e outros recursos são equivalentes a porções
do protocolo HDLC definido pela ISO. Os padrões X.25 estão relacionados com as
três camadas inferiores do modelo OSI.![]()
X.400: protocolo do CCITT para
transmissões internacionais de correio eletrônico.![]()
X.500: protocolo do CCITT para
manutenção de arquivos e diretórios através de vários sistemas.![]()