Superstições

A origem dos nossos medos

 

Entornar sal, partir um espelho... São algumas das superstições mais conhecidas. Serão atitudes irracionais e sem sentido? Talvez. Mas consegues ver passar um gato preto sem pensar no azar? Descobre tudo o que há por trás destes mitos populares.

 

Ver passar um gato preto

No Antigo Egipto, Índia e China isso era sinal de boa sorte. Mas, durante a caça às bruxas na Idade Média, na Europa, tudo mudou: quando as velhinhas que costumavam alimentar os gatos vadios foram acusadas de praticar magia negra, os animais também foram associados à bruxaria. Há quem diga que quando te cruzas com um deves cuspir três vezes.

 

Entornar sal

Nas culturas primitivas, o sal era o elemento utilizado para conservar a carne, curar as feridas... Entorná-lo era sinónimo de azar. Por outro lado, diz-se que Judas entornou o saleiro na mesa da Última Ceia. Para combater os maus augúrios e acalmar o diabo, deve atirar-se um bocadinho de sal por cima do ombro esquerdo.

 

O número 13

Muitos dizem que a má fama do número vem da Última Ceia de Jesus– eram 13 à mesa. Mas a mitologia nórdica tem outra explicação: eram 12 os deuses convidados para irem ao Olimpo, mas o espírito do mal juntou-se e provocou a morte de um Deus. Além disso, os espíritos do mal da Cabala Hebraica são 13; o livro do Apocalipse dedica o capítulo 13 ao Anticristo e no Tarot a Morte é o 13.

 

Partir um Espelho

A cara é o espelho da alma, por isso, ao partir um espelho onde costumamos ver o nosso rosto reflectido, destroçamos a alma. Outra explicação defende que é um instrumento utilizado pelos magos para invocar os deuses e, ao parti-lo, provocamos a sua ira.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

13

 

 

 

 

 

 

 

 

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