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Fique craque com estas dicas para o Gerenciador de tarefas do Windows

Fique craque com estas dicas para o Gerenciador de tarefas do Windows

Por Douglas Ciriaco
Terça-Feira, 2 de Fevereiro de 2010
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O Gerenciador de Tarefas é uma importante ferramenta e saber usá-lo pode significar um PC mais rápido e funcionando melhor.
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Se você usa o Windows, provavelmente já acessou esta ferramenta. Até o Windows XP ela era acessada pelo famoso atalho Ctrl + Alt + Del (nos Windows 7 e Vista, o atalho para acessá-la diretamente é  Ctrl + Shift + Esc). Isso mesmo, a ferramenta da qual falamos é o Gerenciador de tarefas do Windows.

Saber usá-lo traz algumas vantagens para o usuário, dentre elas um melhor desempenho do seu computador. Isso porque por meio desta ferramenta você pode gerenciar processos, encerrar programas problemáticos, verificar o quanto do processador e da memória RAM estão sendo utilizados e muito mais.

O Baixaki compilou 16 dicas para você sobre como usar melhor o Gerenciador de tarefas, então, vamos lá!

1 - Visualize todos os processos

Se você quer melhorar o desempenho e encontrar possíveis processos problemáticos, visualizar tudo o que está aberto em sua máquina é essencial. Então faça o seguinte: abra o Gerenciador de tarefas, vá até a guia Processos e então habilite a opção Mostrar processos de todos os usuários.

Visualize todos os processos

2 - Obtenha informações sobre um processo

Muitas vezes, principalmente após ativar a opção para exibir todos os processos citada no item anterior, você vê processos que não faz ideia de onde vieram e nem para que servem. Se isso acontecer, a solução é simples: clique com o botão direito do mouse sobre ele e depois em Propriedades.

Informações sobre processos

3 - Verifique o uso de memória RAM

É sempre bom saber quanto cada programa em execução consome de sua memória RAM e isso pode ser feito tranquilamente no Gerenciador de tarefas. Selecione a guia Processos e, na barra de ferramentas, siga o caminho Exibir > Selecionar Colunas. Na nova janela que se abriu, certifique-se de que estão habilitadas as opções Memória – Conjunto de Trabalho e Memória – Conjunto de Trabalho Particular.

Uso de memória RAM

Após a confirmação das opções, você visualizará as colunas na guia Processos. A guia Conjunto de Trabalho (Memória) indica a quantidade de memória física utilizada por cada processo (essa memória pode ser compartilhada pelos demais processos).

A outra guia, Memória (Conjunto de Trabalho Particular), exibe a quantidade de memória física utilizada individualmente por cada processo (esse valor é a parte do total que não pode ser compartilhado com outros processos).

4 - Verifique o uso de disco

Algumas vezes seu disco rígido parece estar sendo usado no limite, porém, na realidade nada está sendo feito no PC. Se você passa por uma situação semelhante a essa, descubra quem são os vilões da história por meio do Gerenciador de tarefas do Windows.

Uso de disco

Na guia Processos, siga o caminho Exibir > Selecionar Colunas e habilite as opções Bytes de leitura de E/S e Bytes de gravação de E/S. Nas novas colunas são exibidas as quantidades de dados lidos e gravados em seu disco por cada processo, ou seja, para saber processo gasta mais, basta olhar nessas colunas.

5 - Acabe com problemas de inicialização de programas

Se você costuma utilizar o Windows Media Player, deve ter notado que volta e meia ele trava. Contudo, mesmo após ter sido encerrado, o processo do programa continua ativo, o que impede a abertura de uma nova sessão do WMP. Se isso acontecer, abra o Gerenciador de tarefas, vá até Processos e encontre o processo WMPlayer.exe.

Se o processo estiver lá, porém nenhuma janela do aplicativo estiver aberta, é exatamente esse o problema. Clique com o botão direito do mouse sobre ele e selecione a opção Finalizar Processo para encerrá-lo definitivamente e poder voltar a usar o reprodutor multimídia do Windows.

Esse problema pode ocorrer não só com o WMP, mas com quaisquer outros programas. Portanto, fique atento, se algum aplicativo travou e foi encerrado, mas você não consegue reiniciá-lo, o problema pode estar em seu processo. Contudo, evite finalizar processos ao menos que tenha total certeza do que está fazendo, pois isso pode prejudicar o funcionamento do sistema.

6 - Acabe com processos rebeldes

Quando você tem um processo “roubando” memória e capacidade de sua CPU, está na hora de o Gerenciador de tarefas entrar em ação e acabar com esse rebelde. Utilize o atalho no teclado para abrir o Gerenciador e aguarde, pois se o processo estiver ocupando toda a capacidade de sua CPU, isso pode levar alguns minutos.

Quando o Gerenciador de tarefas abrir, você precisa apenas encontrar o problema na lista (lembre-se de habilitar a opção Mostrar processos de todos os usuários), clicar com o botão direito do mouse sobre ele e depois em Finalizar Processo.

Contudo, nem sempre isso resolve o incômodo, principalmente se o processo em questão é algum elementar do Windows e fechá-lo com certeza acarretará em travamento do sistema. Se isso acontece, clique com o botão direito do mouse sobre o processo rebelde, vá em Definir Prioridade e então selecione a opção Baixa. Isso deve fazer com o que o processo ocupe menos recursos do sistema.

Acabe com processos  rebeldes

Porém, se isso ainda não resolver seu problema, o Gerenciador de tarefas possui um último recurso: clique com o botão direito do mouse sobre o processo rebelde e depois em Definir Afinidade. Isso permite a você definir quais os núcleos da CPU o processo pode utilizar, minimizando sua ação.

7 - Acabe com devoradores de memória

Alguns aplicativos são verdadeiros devoradores de memória e prejudicam o desempenho do sistema. Um bom exemplo é o processo svchost.exe, responsável por executar várias tarefas do Windows. Contudo, se ele consome muita memória de seu PC, como saber quais os aplicativos responsáveis por isso?

Clique com o botão direito do mouse sobre ele e depois na opção Ir para Serviço(s). Nela, você visualiza a aba Serviços do próprio Gerenciador, e lá serão exibidos os aplicativos relacionados ao processo que você selecionou. Se desejar você pode encerrá-los.

Infelizmente o Gerenciador de tarefas do Windows não permite a você visualizar o quanto cada aplicativo consome de memória, porém, seu leque de possíveis devoradores já diminui bastante.

Acabe com devoradores de memória

8 - Acabe com vazamento de recursos

Determinados processos acabam sempre consumindo mais e mais recursos do Windows, sem liberá-los posteriormente (a não ser que você reinicie a máquina). As versões 32 bits do Windows não possuem fonte ilimitada de recursos, o que acaba gerando travas e problemas constantes.

Para solucionar o problema com vazamento de recursos, abra o Gerenciador de Tarefas e em Exibir > Selecionar Colunas habilite as opções Identificadores, Objetos USER e Objetos GDI. Feito isso, passe a verificar com frequência os valores exibidos nessas colunas (bem como as colunas sobre memória).

Acabe com vazamento de recursos

Esses valores podem aumentar drasticamente em alguns casos, como o de programas antivírus ou um limpador varrendo o sistema, porém, se depois disso os valores não voltarem ao normal, provavelmente você tem um problema que pode ser resolvido com a finalização do processo.

9 - Crie um arquivo de despejo

Quando um programa trava, você pode utilizar o Microsoft Debugging Tools for Windows (ferramenta de depuração da Microsoft) para tentar descobrir o porquê do problema. Faça o download desse aplicativo e depois siga os passos expostos adiante.

Na guia Processos do Gerenciador de tarefas, encontre o processo do aplicativo travado, clique com o botão direito do mouse sobre ele e selecione a opção Criar Arquivo de Despejo. Ao final, uma janela surge na tela indicando o local em que se encontra o arquivo de despejo recém-criado.

Arquivo de despejo

Agora abra o depurador WinDbg, baixado no link acima, e siga o caminho File > Open Crash Dump File. Caso tenha conhecimento suficiente, você pode vasculhar as informações e descobrir o que causou a falha no aplicativo.

Local do arquivo de despejo

10 - Inicie ou interrompa um serviço

Por meio do Gerenciador de tarefas ainda é possível interromper ou iniciar um serviço do Windows. Vá até a guia Serviços e encontre uma lista de serviços disponíveis. Agora basta clicar com o botão direito do mouse sobre o serviço desejado e selecionar seu início ou interrupção.

Inicie ou interrompar um serviço

11 - Reinicie o Explorer

Com certeza não foram uma nem duas as vezes que você teve problemas com o Explorer. Sem muita explicação ele trava e precisa ser encerrado. Porém, é possível reiniciá-lo por meio do Gerenciador de tarefas: siga o caminho Arquivo > Nova Tarefa (Executar...) e na janela que se abriu execute o comando explorer.exe para que o Explorer seja reiniciado.

Reincie o Explorer

12 - Compreenda o uso da CPU

Às vezes o PC parece lento, mas ao verificar aa coluna CPU da aba Processos você não encontra nenhuma justificativa para isso. É possível descobrir de onde vem o problema no próprio Gerenciador e de modo bem simples: vá até a guia Desempenho e acompanhe o gráfico do Histórico do Uso de CPU.

Agora siga o caminho Exibir > Mostrar Tempos do Kernel e então você visualiza duas linhas no gráfico: uma verde e outra vermelha. A verde representa o uso total da CPU e a vermelha o tempo de CPU consumido pelo kernel (saiba o que é kernel – clique para acessar).

Compreenda o uso da CPU

Quando a linha verde está acima da vermelha, significa que a lentidão do sistema é causada por algum processo aberto em sua máquina. Contudo, se picos da linha vermelha forem constantes, significa que o problema vem de algo no kernel, provavelmente um drive ou então um componente do Windows. Na pior das hipóteses isso ocorre devido a algum malware.

13 - Obtenha informações sobre o sistema

Saber algumas informações sobre o seu sistema é essencial para compreender o que se passa com ele. Abra o Gerenciador de tarefas, vá até a guia Desempenho e verifique no item Total na seção Memória Física (MB) a quantidade de memória RAM instalada em sua máquina. O item Tempo de Atividade indica há quanto tempo o seu sistema está funcionando desde a última inicialização.

Informações sobre o sistema

14 - Monitore a utilização da rede

Por meio do Gerenciador de Tarefa você monitora a utilização da rede. Para isso, abra a ferramenta e clique sobre a guia Rede para visualizar a utilização em um gráfico. Clicando em Opções > Guia Sempre Ativa, o Gerenciador continua coletando informações sobre a atividade da rede mesmo quando a guia Rede não está aberta.

Monitore a utilização da rede

No caminho Exibir > Histórico do Adaptador de Rede é possível habilitar a exibição da quantidade de dados recebidos e enviados pela rede.

Histórico do adaptador de rede

15 - Gerencie usuários da rede

Uma rede é composta por vários usuários e você pode gerenciá-los por meio do Gerenciador de tarefas. Na guia Usuários você encontra uma lista com todos os membros da rede e clicando com o botão direito do mouse sobre um deles é possível enviar-lhes mensagens ou até mesmo desconectá-los da rede.

Gerencie usuários da rede

16 - Alternativas ao Gerenciador de tarefas do Windows

Você já deve saber que existe uma série de aplicativos capazes de substituir o Gerenciador de tarefas do Windows, alguns inclusive com muito mais recursos que o original. Além de bons exemplos como Process Hacker, System Explorer e AnVir Task Manager, você encontra mais dicas em um artigo tratando especificamente deste assunto:

 

Speed.io – Teste a sua velocidade de acesso à Internet.


Speed.io - Meça a sua velocidade de acesso à Internet

Pessoalmente sou um fã quase incondicional do sempre útil Speedtest mas no entanto não quero deixar de referir este Speed.io, um medidor de velocidade de acesso à Internet com um aspecto verdadeiramente impressionante. Este Speed.io, construído à base de Speedmeter, permite-lhe testar as velocidades de download e upload, ping e número de ligações por minuto.

 

As características visuais e classificação relativa atribuída dar-lhe-ão uma noção mais exacta da qualidade da sua ligação de acesso à Internet. Pode ainda gerar código para disponibilização dos resultados em fóruns, no seu site/blog, etc (à semelhança do permitido no acima referido, Speedtest).

Os factores diferenciadores do Speedtest relativamente ao Speed.io são essencialmente o facto de permitir a escolha do servidor de testes a partir de uma lista com mais de cem opções e a garantia de manutenção de um histórico pessoal e colectivo, transformando-se por essa razão numa fonte de informação inestimável no que diz respeito à qualidade dos acessos à Internet por esse planeta fora.

O Speedtest (Ookla Net Metrics) permite ainda a personalização do interface – mediante uma tarifa – permitindo a empresas como por exemplo a Cabovisão, a disponibilização desta ferramenta aos seus clientes.

Boas medições.

 

10 Excelentes CMS

cms_templatesO gestor de conteúdos que você escolhe nos dias de hoje pode fazer uma grande diferença no seu futuro enquanto autor, especialmente e ao nível do número de horas que você necessita para manter o seu website actualizado e a correr. Existe uma infindável variedade de opções presentes actualmente no mercado — há quem estime que existem cerca de 1700 opções diferente na actualidade. Algumas dessas opções são incrivelmente fantásticas, mas outras nem tanto….

Hoje damos-lhe a conhecer 10 opções realmente a considerar quando desejar escolher o seu próximo CMS, juntamente com algumas guidelines que consideramos importantes e interessantes de desenvolver para que faça sempre a escolha certa, no momento certo.

1. WORDPRESS

O Wordpress sofreu ao longo dos últimos 5 anos uma metamorfose que o levou de uma simples plataforma de blogging para um poderoso CMS recheado de funcionalidades. A funcionalidade primária do WordPress continua a ser o blogging, embora com plugins seja capaz de fazer praticamente tudo, desde sites institucionais, portfolios, galerias, e até mesmos websites de ecommerce. O painel administrativo do Wordpress é na verdade intuitivo e simples de utilizar, baseado numa divisão por secções, a partir das quais você pode editar quaisqueres aspectos que considere pertinentes, sem que tenha de influir noutros em simultâneo. O editor WYSIWYG providencia todas as funcionalidades básicas que irá necessitar, incluindo a inserção de imagens, video, e outros tipos de media, e dá-lhe ainda a possibilidade de convergir entre uma visão HTML e o modo visual propriamente dito.

wordpressdashboard

O Wordpress tornou perfeitamente possível a criação de páginas através de layouts em CSS/xHTML. Desde galerias a sites noticiosos e recheados de conteúdos, o Wordpress consegue nos dias de hoje lidar perfeitamente com qualquer tipo de exigência existente no mercado.

O Wordpress é também fantástico ao nível da documentação. O WordPress Codex é extremamente massivo, cobrindo praticamente todo o tipo de instruções, desde as mais básicas e singulares, até à criação de plugins complexos e templates avançados. O Wordpress tem também fórums de discussão bastante activos, onde poderá encontrar soluções para problemas comuns, ou simplesmente esclarecer dúvidas.

2. RADIANT CMS

O Radiant é construído em Ruby on Rails. É na verdade muito bom na construção de websites básicos com um número ilimitado de páginas. As funcionalidades de Blogging ou de Galeria podem ser adicionadas através de extensões. O painel de controlo é também muito simples e básico, com páginas, snippets, e layouts como as secções primárias. As funcionalidades trabalham praticamente da mesma forma, independentemente da secção onde você se encontra.

radiantcms

As páginas podem ser construídas para parecerem aquilo que você desejar, baseadas numa combinação de snippets que você próprio cria. Existe também uma comunidade de desenvolvimento activa por detrás deste CMS, com documentação extensa para desenvolvedores. A documentação para utilizador final é um pouco mais curta, mas partindo do princípio de que este é um CMS extremamente simples de utilizar, isso provavelmente não será um problema.

3. SILVER STRIPE

O SilverStripe é um CMS completo capaz de realizar praticamente tudo aquilo que você desejar. É construído em PHP na framework Sapphire, tornando-o mais customizável. Uma das competências mais interessantes do SilverStripe é o facto de os designers puderem customizar o painel de controlo para cada um dos seus clientes, apresentando apenas campos de conteúdos que o cliente irá realmente necessitar de aceder. Isto torna-o provavelmente no mais simples CMS do mercado para geeks e não-geeks. E claro está, inclui um editor WYSIWYG.

silverstripeblog

O SilverStripe é provavelmente demasiado complexo para criação de websites muito básicos, mas dada a sua possibilidade de ser customizado, é apropriado para praticamente todo o tipo de websites. O SilverStripe oferece também imensa documentação e suporte gratuito, tanto para desenvolvedores como utilizadores finais, fórums de discussão e também um canal de IRC.

4. JOOMLA

O Joomla é considerado por unanimidade o CMS open-source mais popular da actualidade. Corre em PHP e MySQL. O painel de controlo é relativamente simples, com secções para gestão de artigos, página frontal, menus, media, e outros conteúdos. Existe também um link para criar de imediato um novo artigo, poupando ao autor imenso tempo na sua acção editorial. Os menus drop-down dão também mais opções de escolha, incluindo extensões e outros aplicativos. O editor WYSIWYG do Joomla inclui toneladas de opções de formatação—incluindo emoticons.

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O Joomla é extremamente poderoso, pelo que é provavelmente um CMS não muito indicado para sites simples, especialmente pelo facto de ter demasiadas funcionalidades presentes. O Joomla tem também uma lista de plugins extremamente extensa para alargar as funcionalidades da plataforma, tornando-o perfeitamente capaz em qualquer tipo de utilização avançada. O único grande defeito do Joomla, na nossa opinião, é a utilização de tabelas para o layout. Embora existam já formas de substituir as tabelas por código CSS, provavelmente poderá não valer o esforço, tendo em conta que existem outros CMSs que não cometem esta gave.

5. TYPOLIGHT

O TYPOlight faz uso de PHP5 e Ajax e inclui funcionalidades para páginas estáticas, blogs, newsletters, e calendários, entre outras secções. O painel de controlo é intuitivo ainda que ofereça toneladas de funcionalidades. Existem atalhos para fazer praticamente tudo, desde a criação de formulários até à inclusão de conteúdo Flash. O conteúdo é apresentado em forma de módulos, que podem ser posteriormente estilizados via CSS.

typolighteditor

google_protectAndRun("ads_core.google_render_ad", google_handleError, google_render_ad); google_protectAndRun("ads_core.google_render_ad", google_handleError, google_render_ad);  

O TYPOlight inclui ferramentas para desenvolvedores muito interessantes, incluindo um gerador integrado de CSS e também um gerador de formulários. Existem imensa documentação no website, tanto para programadores como utilizadores finais. Existem também screencasts, fórums de discussão, e uma wiki para suporte. Existem ainda opções pagas de suporte para parceiros do TYPOlight, no caso de necessitar de ajuda avançada.

6. FROG

O Frog é basicamente uma versão PHP do Radiant CMS (mencionado em segundo lugar). O Frog oferece uma UI bastante mais simplificada e intuitiva. Ele permite uma hierarquização ilimitada de páginas e permite-lhe também customizar templates página a página se desejar. Inclui também um editor WYSIWYG simplificado bem ao estilo do Wordpress.

frog-pages

O Frog tem documentação quanto baste, com uma série de artigos e tutoriais que abrange desde funcionalidades básicas, a problemas de desenvolvimento complexos. Existe também um canal de IRC para questões relacionadas com o CMS.

7. Textpattern

O Textpattern faz uso de uma UI em separadores no seu painel de controlo, que na verdade é surpreendentemente intuitiva. Ele apresenta-lhe automaticamente o editor de conteúdos para criar um novo artigo assim que você efectua login, o que na realidade é fantástico para websites e blogs que sejam actualizados regularmente. O único senão do Textpattern é a falta de um editor WYSIWYG. Ele faz uso do Textile, para edição de conteúdo, sendo que é igualmente simples e fácil de compreender.

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Existe uma enorme comunidade por detrás do Textpattern, pelo que a documentação e suporte são surpreendentemente fantásticos. Existe pelo menos 1 livro disponível sobre o CMS, um fórum de discussão aberto, um weblog para desenvolvedores, e ainda um TextBook, ou seja, um manual de utilização comunitário.

8. Expression Engine

O Expression Engine é um dos mais poderosos CMSs disponíveis na actualidade. O EE tem suporte para praticamente todo o tipo de funcionalidades que alguma vez imaginou ou desejou criar, seja através do seu core original ou por intermédio de plugins. O painel de controlo é extremamente simples e intuitivo. É provavelmente complexo e poderoso demais para websites e blogs simples ou básicos, mas extremamente apropriado para praticamente tudo o resto. Estão disponíveis também módulos para praticamente tudo o resto, desde estatísticas a fórums de discussão integrados. O editor WYSIWYG integrado é na realidade um standard e funciona muito bem.

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O único defeito do Expression Engine é o facto de ser extremamente caro. Uma licença pessoal custa cerca de $99.95 dólares e uma licença com fins comerciais salta para os $249.95 dólares. Poderá utilizar a versão gratuita do Core, mas apenas em blogs pessoais, não-comerciais ou não-rentáveis.

9. Drupal

O Drupal é outro CMS extremamente poderoso que pode ser utilizado para praticamente todos os fins, desde sites corporativos até lojas de ecommerce, redes sociais, e por aí adiante. O painel de controlo do Drupal é incrivelmente simples, com links organizados logicamente para criar novos conteúdos, gerir contas e editar conteúdos já existentes. Uma das funcionalidades mais interessantes do Drupal é o seu conteúdo tipo “Book Page”. Estas páginas podem ser agrupadas em colecções, referenciadas como livros, ou linkadas automaticamente entre todas elas. O Drupal não tem um editor WYSIWYG no seu core original, mas existe um módulo que acrescenta essa funcionalidade.

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O Drupal tem uma comunidade de seguidores enorme, com fórums de discussão tanto para desenvolvedores como utilizadores finais ou meros curiosos. Existe também documentação extensa a todos os níveis.

10. CMS MADE SIMPLE

Quando eles dizem “Made Simple,” na verdade este CMS é extremamente simples. Ele inclui suporte completo a templates, um Painel de controlo extremamente simples de trabalhar, e uma hierarquia de conteúdos ilimitada. Tem também suporte para “global content blocks” (noutros CMSs chamam-se: snippets) e uma série de outras opções para layouts de websites ou blogs. Existe também acesso a ficheiros de ajuda a partir do Painel de Controlo, incluindo a wiki, IRC e fórums de discussão. Este é outro CMS sem editor WYSIWYG integrado, mas existe um plugin que lhe permite acrescentar essa funcionalidade.

cmsmadesimple

Existe imensa documentação disponível para o CMSMS. Existem também inúmeras extensões de suporte, incluindo IRC e fórums de discussão.

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Last Updated (Sunday, 10 January 2010 18:22)

 

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